Ainda há viajantes à procura de hotel: consegue mais reservas diretas pagando apenas pelas estadias efetivamente realizadas

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13 de julho de 2026

A procura por hotéis continua a existir. Nem sempre se comporta da mesma forma, nem sempre se faz a reserva com a mesma antecedência e nem sempre se concretiza logo à primeira vista. Mas continua a procurar, a comparar e a decidir.

De acordo com dados recentes partilhados pela Google, a intenção de viajar na Europa mantém-se em níveis elevados e 85% dos cliques em sites de hotéis para os meses de maior procura concentram-se a partir de maio, o que confirma que ainda existe uma oportunidade real para captar procura ativa.

Para o hoteleiro, a questão já não é só saber se há procura. A questão importante é : estou preparado para a captar de forma rentável, sem pôr em risco o meu orçamento?

É aí que uma estratégia de metamotores de busca com o modelo «Pagamento por Estadia» se torna uma alavanca fundamental para as pequenas cadeias que querem crescer nas vendas diretas com controlo, visibilidade e rentabilidade.

Ainda há procura, mas é preciso estar presente quando o viajante decide

O comportamento dos viajantes está a mudar. Planeiam mais, comparam mais e tomam decisões com mais cautela. De acordo com dados recentes partilhados pela Google, 59% dos viajantes europeus ainda não concretizaram os seus planos para o verão, o que abre uma oportunidade para os hotéis que souberem marcar presença nos momentos-chave da pesquisa e da comparação.

Além disso, o interesse por destinos próximos, seguros e de confiança está a ganhar força. A Europa e a América Latina apresentam estabilidade nos fluxos de procura, e destinos como a Espanha, a Itália ou a França destacam-se como opções fortes no Mediterrâneo ocidental.

O que isso quer dizer para o seu hotel?

Que ainda há viajantes na fase de decisão.
Que ainda há pesquisas com intenção real.
Que ainda há margem para angariar reservas diretas.

Mas isso também significa que não basta «estar presente». É preciso estar no canal certo, com a mensagem certa e com um modelo de investimento que proteja a rentabilidade.

Metabuscadores: onde a procura já vem com um objetivo definido

Quando um utilizador acede a um metamotor de busca, não está apenas a procurar inspiração. Está a comparar preços, disponibilidade, localização, condições e confiança.

Ou seja, estás muito mais perto de fazer a reserva.

É por isso que os metabusca continuam a ser um dos ambientes mais eficientes para captar procura hoteleira com elevada intenção de compra. Permitem que o hotel concorra diretamente com as OTAs e outros intermediários no mesmo espaço onde o viajante está a avaliar a sua decisão final.

A vantagem do canal direto é clara:

  • Mostra o teu preço oficial ao lado do de outros distribuidores.
  • Recuperas a procura que poderia acabar por ir parar a intermediários.
  • Aumentas a visibilidade nos momentos em que as pessoas estão a comparar.
  • Atrais tráfego qualificado para o teu motor de reservas
  • Otimizas o custo de aquisição, com foco na produção real.

E quando este ambiente é ativado num modelo CPA / Pagamento por Estadia, a proposta ganha ainda mais força.

Modelo CPA: se não houver estadia, não há custos

O grande desafio para muitas pequenas cadeias não é só atrair mais procura. É fazê-lo sem fazer disparar o custo de aquisição.

Investir em CPC pode ser eficaz, mas também implica assumir mais risco: pagas pelos cliques, quer resultem numa conversão ou não. Se o utilizador não fizer a reserva, cancelar ou não concluir a estadia, o custo já foi incorrido.

Com o modelo CPA (Pagamento por Ação) ou Pagamento por Permanência do Roiback nos metabuscadores, a abordagem muda:

O teu hotel só paga pelas reservas efetivamente realizadas. Se não houver estadia, não há custos.

Isto faz com que o marketing seja um investimento diretamente ligado à produção. Mais do que uma despesa publicitária, torna-se uma alavanca de captação alinhada com receitas reais.

Para o hoteleiro, as vantagens são evidentes:

  • Menor risco de investimento.
  • Custo de captação mais previsível.
  • Maior controlo sobre a rentabilidade.
  • Pagamento associado a estadias efetivas.
  • Melhor coordenação entre o marketing, a distribuição e a direção financeira.

Numa altura como esta, em que a procura existe, mas o viajante toma as suas decisões com mais cautela, este modelo permite aumentar a visibilidade sem comprometer desnecessariamente o orçamento.

Do «Pagamento por Estadia» à captação ativa da procura atual

Em março, já tínhamos falado dos metabuscadores com «Pagamento por Estadia» como uma fórmula de marketing hoteleiro sem riscos para aumentar as vendas diretas. A mensagem era clara: atrair tráfego com elevada intenção de compra, pagando apenas pelas reservas efetivamente realizadas.

Agora, os dados recentes do mercado reforçam ainda mais essa visão.

Se o viajante continuar a procurar, se o período de decisão continuar aberto e se os cliques nos sites de hotéis continuarem a concentrar-se em momentos-chave da época, o hotel não pode dar-se ao luxo de desaparecer precisamente quando a procura está a comparar opções.

O modelo CPA não se limita a reduzir o risco. Também permite que o hotel esteja presente precisamente quando ainda há procura a captar.

O viajante procura valor, flexibilidade e confiança

O viajante de hoje não procura necessariamente o mais barato. Procura sentir que está a tomar uma boa decisão.

De acordo com dados recentes partilhados pela Google, 47% dos consumidores comportam-se como«value seekers»: utilizadores mais sensíveis ao valor percebido, às garantias e à segurança da sua escolha. Entre as motivações para a reserva, destacam-se fatores como a flexibilidade ou as garantias (46%) e as ofertas (31%).

Isto é especialmente importante para o canal direto.

Porque o hotel consegue competir melhor quando não mostra só o preço, mas também o valor. Destaque-te com:

  • Melhores condições diretas.
  • Vantagens exclusivas.
  • Políticas flexíveis.
  • Confiança na marca.
  • Vantagens de reservares no site oficial.
  • Clareza quanto à disponibilidade e ao preço final.

Os metamotores de busca ajudam a transmitir essa mensagem na altura da comparação. E o modelo CPA permite fazê-lo com uma lógica de rentabilidade.

A oportunidade para as pequenas cadeias hoteleiras

Para uma pequena cadeia, cada investimento em marketing tem de justificar o seu retorno. Não há margem para campanhas que criem alarido, mas não gerem reservas.

Por isso, o Marketing de Desempenho com CPA nos metabuscadores adapta-se especialmente bem aos hotéis que precisam de:

  • Aumentar as vendas diretas sem aumentar o risco.
  • Reduzir a dependência de intermediários.
  • Competir com as OTAs nas pesquisas de alta intenção.
  • Ativar mercados prioritários de forma flexível.
  • Atrair a procura interna, intrarregional ou internacional, dependendo da época do ano.
  • Manter o custo de captação sob controlo.

Além disso, segundo dados recentes partilhados pela Google, as pesquisas relacionadas com hotéis estão cada vez mais longas e específicas. Em Espanha, as pesquisas de cauda longa com mais de cinco palavras já representam 38% do total do setor hoteleiro e registam um crescimento de +7% em relação ao ano anterior.

Isto significa que o viajante já não procura sempre apenas «hotel em Maiorca» ou «hotel nas Canárias». Procura com mais contexto, mais intenção e mais critérios.

E é aí que uma estratégia especializada faz a diferença.

O que deves fazer para atrair a procura:

É óbvio que há procura; agora, o objetivo é captá-la com precisão. Não se trata de investir mais só por investir. Trata-se de ativar o canal certo, tendo em conta a rentabilidade. Algumas dicas:

1. Estar visível nos locais onde o viajante faz comparações

Os metabuscadores como o Tripadvisor, o trivago ou o Google Hotel Ads são canais fundamentais para influenciar a decisão final. Se o teu canal direto não aparecer ou aparecer em desvantagem, a reserva pode acabar por ser feita noutro intermediário.

2. Proteger o custo de aquisição

O modelo de «pagamento por estadia» permite ativar campanhas sem assumir o risco inicial do clique. O custo está associado às reservas efetivas e às estadias efetivamente realizadas.

3. Adaptar a mensagem ao viajante de hoje

Flexibilidade, vantagens diretas, confiança e valor têm de estar presentes na proposta. O viajante quer fazer a reserva com segurança.

4. Otimizar por mercados e épocas do ano

Nem toda a procura se comporta da mesma forma. A Europa e a América Latina apresentam oportunidades relevantes, mas cada destino, hotel e época do ano requer uma análise específica.

5. Avaliar e ajustar continuamente

O Performance Marketing não é uma ação pontual. É uma otimização constante da visibilidade, dos lances, dos mercados, da conversão e da rentabilidade.

Roiback: tecnologia e marketing hoteleiro orientado para a produção

Na Roiback, combinamos tecnologia, apoio à distribuição e marketing digital especializado para ajudar os hotéis a impulsionar o seu canal direto. Há mais de 15 anos que impulsionamos as vendas diretas dos hotéis com estratégias escaláveis que ajudam a maximizar a visibilidade e o crescimento internacional.

Nos metamotores de busca, a nossa abordagem baseada no CPA ou «Pagamento por Estadia» permite aos hotéis atrair procura com elevada intenção de reserva, através de uma fórmula clara:

  1. Mais visibilidade direta.
  1. Mais reservas rentáveis.
  1. Menos risco para o hoteleiro.

Porque quando o modelo está em sintonia com a estadia que os hóspedes desfrutam, o marketing deixa de ser uma aposta e passa a ser uma ferramenta de crescimento controlado.

Experiência comprovada.

A nossa equipa de especialistas em marketing digital hoteleiro gere mais de 40 milhões de euros de investimento anual para uma carteira de mais de 1 500 hotéis, com o apoio e a confiança dos líderes do setor.

Além disso, temos certificações de parceiros estratégicos como Google Premier Partner, Tripadvisor, Trivago, Meta Ads, Microsoft Ads e Criteo.

A procura continua a existir. A oportunidade é aproveitá-la sem riscos.

A época ainda oferece oportunidades para os hotéis que agirem com agilidade. Os viajantes continuam a procurar, a comparar e a decidir. Mas a concorrência para captar essa procura está cada vez mais acirrada.

O modelo CPA nos metabuscadores permite que o hotel esteja presente nos momentos de maior intenção de compra, concorra pela venda direta e proteja a sua rentabilidade.

Por outras palavras:

Se houver estadia, há produção. Se não houver estadia, não há custos.

Cada reserva conta; atrair clientes sem correr riscos pode ser a diferença entre ficar à espera que o cliente apareça… ou estar preparado para o converter.

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